Belo Horizonte, 06 de Sep de 2010

Móveis de Ubá em solo carioca

IEL e Intersind levam móveis do polo de Ubá para mostra no Rio de Janeiro Após uma bem-sucedida passagem por Jaguariúna (SP), no mês de agosto, o polo moveleiro de Ubá realizará, pela segunda vez, a Mostra de Móveis no Rio de Janeiro. O evento acontecerá nos dia 8 e 9 de setembro de 2010 no... Leia→

Oportunidades de negócios no mercado cubano

Especialistas orientaram sobre as possibilidades de exportação para Cuba e missão empresarial que será realizada em novembro As oportunidades de exportações para Cuba foram apresentadas em seminário realizado no auditório da Fiemg nesta terça-feira (31). O superintendente da Fiemg, Carlos Abijaodi,... Leia→

Senai-MG amplia atuação no Sul de Minas

Com uma economia baseada na indústria, que emprega cerca de um quarto de sua população, a cidade de Extrema, no Sul de Minas Gerais, conta com um apoio de peso na qualificação dos trabalhadores: o Centro de Formação Profissional  “Janez Hlebanja”, do Senai-MG. A inauguração oficial das... Leia→

Dia do voluntariado

Voluntários pintam as instalações externas do hospital da Baleia Passear com a família, ir ao cinema ou mesmo não fazer nada em casa. Essas não foram uma opção para milhares de pessoas que escolheram arregaçar as mangas e doar um pouco do seu tempo para fazer algo para melhorar o mundo. Mais... Leia→

Prêmio João Camilo Penna homenageia sucroalcooleiros

Em cerimônia promovida pelo Sindicato das Indústrias do Açúcar e do Álcool de Minas Gerais (Siamig), nesta quarta-feira (25), na sede da Fiemg, pessoas e instituições que mais contribuíram para o desenvolvimento da indústria do açúcar e do álcool em Minas foram homenageadas com a entrega... Leia→

   

Oportunidades de negócios no mercado cubano

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Especialistas orientaram sobre as possibilidades de exportação para Cuba e missão empresarial que será realizada em novembro

As oportunidades de exportações para Cuba foram apresentadas em seminário realizado no auditório da Fiemg nesta terça-feira (31). O superintendente da Fiemg, Carlos Abijaodi, salientou que a abordagem do mercado internacional tem de ser feita de forma sistemática e a ilha caribenha tem um bom potencial. “As empresas não podem se fixar em condições momentâneas e focarem apenas no mercado interno, sob pena de perderem bons negócios no exterior”, alertou. O Brasil exportou US$ 277 milhões para o mercado cubano em 2009, praticamente metade do ano anterior, quando as vendas chegaram a US$ 527 milhões.

A analista da Unidade de Inteligência Comercial da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Camila Meyer, apresentou um estudo sobre os setores prioritários para o mercado da ilha caribenha. O fornecimento de alimentação é um deles. Ela informou que produtos, como a carne bovina e a soja, têm boa entrada no país. Eles respondem por quase 60% da pauta de exportações brasileiras para Cuba. Outro produto com bastante aceitação é o chocolate e o Brasil tem quase 30% do mercado, com uma tendência de crescimento ainda maior, já que as exportações aumentaram quase 50% em cinco anos.

Cuba importa 50% da demanda interna de alimentos e uma iniciativa do governo cubano para aumentar a própria participação pode gerar mercado para outro setor. “Os investimentos podem ser um bom mercado para máquinas e equipamentos agrícolas”, disse.

Durante o evento, o analista da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Carlos Eli Tedesco, apresentou detalhes sobre a Missão Empresarial da Rede CIN para Cuba, onde a Apex terá um pavilhão brasileiro na Feira Internacional de Havana (FIHAV) 2010, que será realizada de 1º a 6 de novembro, que conta com área de 17,3 mil m², reunindo 3 mil expositores de 54 países. De acordo com a Apex, no ano passado, foram gerados negócios da ordem de US$ 25 milhões para o Brasil, dos US$ 500 milhões de toda feira, sendo que 65 empresários mineiros estiveram na FIHAV.

As inscrições para a missão estão abertas até 15 de setembro. Mais informações pelo telefone (31) 3213-8263.

   

Coteminas procura fornecedores

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Empresa participa do Projeto Compre Bem da Fiemg

A Coteminas, maior produtora têxtil do Brasil, participa de mais uma edição do Projeto Compre Bem da Fiemg, no dia 2 de setembro. A empresa quer conhecer fornecedores de sacolas em PVC, filmes e sacos plásticos em polietileno, fitas adesivas, encartes gráficos, etiquetas adesivas, bordadas e estampadas, EPIs, materiais elétricos e eletrônicos, usinagem, material hidráulico, pneumáticos, válvulas, materiais de limpeza, caixas, peitilhos, tubos e tubetes de papelão.

A empresa, criada em 1967, em Montes Claros, interior de Minas Gerais. possui 15 fábricas espalhadas pelo Brasil, além de cinco unidades nos Estados Unidos, uma na Argentina e outra no México. A Coteminas é responsável por cerca de 20% do consumo nacional de algodão e fabrica fios, tecidos, produtos têxteis de cama, mesa e banho, uniformes profissionais, brins e jeans.

O evento acontece na sede da Fiemg, de 8h30 às 17h30. As inscrições vão até o dia 27/8 e podem ser feitas aqui. Outras informações nos telefones (31) 3263-4354 e 3263-4381 ou pelo e-mail comprebem@fiemg.com.br . Clique aqui para saber mais sobre o Compre Bem.

   

Oportunidade de negócios para empresários mineiros

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AngloGold vem à Fiemg anunciar seus investimento

A AngloGold Ashanti vem à Fiemg no dia 1º de setembro, anunciar investimentos em mais uma edição do Projeto Forte. Fornecedores mineiros terão a oportunidade de conhecer oportunidades de negócios no estado.  A empresa, uma das maiores produtoras de ouro do mundo, apresentará seus investimentos de cerca de U$ 167,5 milhões em 2010, ano em que completa uma década de atuação em Minas Gerais.

A mineradora atua em 10 países em quatro continentes: África, América do Sul, América do Norte e Austrália. Em 2009, a AngloGold produziu 406 mil onças de ouro no Brasil, o equivalente a 13 toneladas. A principal atuação da empresa no país está em Minas Gerais, onde possui unidades em Nova Lima, Sabará e Santa Bárbara. A mineradora também atua no estado de Goiás.

No evento, estarão presentes o diretor-presidente da AngloGold, Helcio Guerra, o diretor de serviços de suporte, Ewerton Trindade, o diretor de projetos e crescimento, José Roberto Vago, o diretor de serviços técnicos, Josálvaro Corrêa e o diretor de operações, Denis Dinardi. Os executivos apresentarão oportunidades de negócios para diversos segmentos da indústria. Confira os principais: 

  • Empresas de Engenharia;
  • Válvulas e Conexões;
  • Metal-mecânica;
  • Equipamentos Elétricos;
  • Construção Civil Pesada;
  • Automação;
  • Refratários;
  • Estrutura Metálica e Caldeiraria;
  • Montagem Eletromecânica;
  • Artefatos de Borracha;
  • Outros afins.

O encontro com os empresários mineiros será a partir das 14h, na sede da Fiemg, em Belo Horizonte. Para participar, os interessados devem se inscrever aqui. Mais informações nos telefones (31) 3263-4489 / (31) 3263-4381 ou pelo e-mail forte@fiemg.com.br.

 E você, já participou de algum Projeto Forte? Deixe um comentário.

   

Ritmo menor reduz confiança

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Desaceleração do crescimento diminiui o índice de confiança dos empresários

A indústria mineira reduziu seu ritmo de crescimento no segundo trimestre do ano. É o que revela a pesquisa Sondagem Industrial de Minas Gerais divulgada nesta quinta-feira (19) pela Fiemg.

De acordo com os indicadores da pesquisa, que variam de zero a cem com valores acima de 50 indicando crescimento, as indústrias também operaram com menor capacidade instalada do que o considerado usual no período: 47,5 pontos.

Em junho, o indicador de produção apresentou queda de 3,4 pontos em relação a maio. Apesar da produção das médias indústrias ter sido maior com 53,9 pontos, as pequenas indústrias registraram 48,7 pontos. No mês de junho, o nível de estoques ficou abaixo do planejado pelas empresas. As pequenas apresentaram recuo de 49,6 pontos e as médias de 49,3 pontos.

A alta carga tributária e a trajetória de elevação das taxas de juros são entraves apontados pelos empresários mineiros para sua competitividade. Os empresários entrevistados demonstraram insatisfação com as condições de acesso ao crédito e consideram baixa a margem de lucro de seus negócios, cujo indicador caiu de 46,5 pontos no mês de maio para 44,6 pontos em junho.

Já o Índice de Confiança do Empresário Industrial de Minas Gerais (Icei/MG) relativo ao mês de julho recuou 2,6 pontos, o menor índice desde outubro de 2009. Na análise segmentada, as grandes empresas apresentaram a maior redução na confiança com queda 3,2 pontos. O índice nas médias empresas recuou 2,8 pontos e as pequenas apresentaram diminuição de 1,8 ponto. Apesar da redução, a confiança do empresário continua acima dos 50 pontos.

A Sondagem Industrial de Minas Gerais é uma pesquisa realizada mensalmente pela Fiemg em conjunto com a Confederação Nacional das Indústrias (CNI) para acompanhar e avaliar o comportamento e as necessidades das indústrias mineiras, a fim de subsidiá-las no planejamento e auxiliar o Sistema Fiemg e o setor público na elaboração de políticas de apoio e desenvolvimento.

Nada melhor que aliar negócios a entretenimento. Pensando nisso, a Apex-Brasil criou em 2009 o projeto Fórmula Indy com o intuito de promover empresas, produtos e serviços brasileiros durante os eventos da Fórmula Indy, viabilizando rodadas de negócios entre exportadores brasileiros e compradores estrangeiros. O sucesso da iniciativa fez com que ela fosse estendido para 2010.

E para incrementar a imagem do país e os negócios no exterior, a CNI, por meio da Rede Brasileira de Centros Internacionais de Negócios (Rede CIN) está promovendo uma missão empresarial à etapa de Miami da Fórmula Indy de 29 de setembro a 4 de outubro. A iniciativa conta com o apoio da Fiemg.

A empresa brasileira participante poderá levar um comprador estrangeiro – atual ou potencial – para assistir e participar do evento, proporcionando contato direto e ampliação da rede de contatos. A Apex-Brasil disponibiliza um ambiente para receber os convidados estrangeiros e potencializar a realização de negócios.

Para participar do projeto Fórmula Indy basta se inscrever aqui. A programação da Missão Empresarial está disponível neste link. Mais informações no site Experience our energy e na Unidade de Atendimento da Apex-Brasil em Minas Gerais, pelo telefone (31) 3213-8263 ou pelo e-mail meuclides@fiemg.com.br.

Crescimento

Segundo a Apex, em 2009, durante o projeto Fórmula Indy foram realizados na ordem de US$ 364 milhões nas 14 etapas realizadas nos Estados Unidos, Canadá e Japão, mercados que consomem muitos produtos brasileiros. Ao todo 50 empresas brasileiras e 25 associações nacionais participaram do projeto e fecharam negócios com 138 clientes internacionais. Entre os setores que mais exportaram nas etapas do campeonato estão o de software, com US$ 200 milhões, aeroespacial, US$ 105 milhões, e alimentos, exportando US$ 21,4 milhões. Este ano, a expectativa é aumentar o número de empresas participantes para 200.

   

Erros jurídicos são riscos para empresas

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Processo de abertura tem que ser bem planejado para que atividades não sejam encerradas precocemente

Os erros jurídicos cometidos por empreendedores no processo de abertura de empresas podem resultar no encerramento precoce das atividades do estabelecimento. De acordo com especialistas, os empresários devem ficar atentos às diversas regras, normas e leis, tanto na esfera federal quanto na estadual e municipal, durante o planejamento do novo negócio.

Entre os principais erros cometidos durante a abertura de uma empresa está a elaboração do contrato social ou estatuto social, no caso de sociedade anônima, conforme o advogado da Teixeira Fortes Advogados Associados Cylmar Pitelli Teixeira Fortes. “A relação entre os sócios pode determinar o futuro do negócio”, afirmou.

Segundo ele, muitas empresas não disciplinam a relação entre os sócios, o que pode resultar em litígio e até mesmo no fim do empreendimento. “A falta de um documento elaborado pode gerar conflitos desnecessários”, afirmou.

Conforme Pitelli, diversas situações que poderão ocorrer devem ser detalhadas no contrato social. “Um dos exemplos é quando um sócio quer capitalizar o empreendimento, enquanto o outro pretende realizar investimentos”, disse.

De acordo com o especialista, é necessário disciplinar as situações de crise e determinar no documento qual sócio será responsável por um determinado setor da nova empresa, o que evitará problemas futuros.

O gerente de Economia e Finanças da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Guilherme Veloso Leão, também apontou a necessidade de os investidores ficarem atentos quanto à utilização de créditos de terceiros durante a abertura de novas empresas.

O especialista lembrou que muitas empresas iniciam as atividades endividadas em virtude de não contar com capital próprio. “Se for possível, é necessário iniciar os negócios com o mínimo de financiamento possível”, disse.

“Muitas empresas se esquecem de atrelar o investimento inicial ao capital de giro”, disse. Ele lembrou que os recursos são utilizados no pagamento de despesas, como os impostos e os custos com mão de obra e matéria-prima.

Fonte: Diário do Comércio

   

Indústria mineira tem primeiro semestre aquecido

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 No primeiro semestre de 2010, a atividade industrial voltou a crescer em Minas Gerais. De acordo com a pesquisa Indicadores Industriais da Fiemg, divulgada nesta segunda-feira (09), o faturamento, o emprego e a massa salarial registraram incrementos significativos,  sinalizando recuperação após a crise mundial, que atingiu a indústria, principalmente nos seis primeiros meses de 2009. A expansão das horas trabalhadas e utilização da capacidade instalada também revelam a tendência de recuperação da atividade produtiva.

De janeiro a junho deste ano, diante do mesmo período de 2009, houve aumento de 12,25% nas vendas industriais. Os melhores resultados foram observados nos setores de Máquinas e Equipamentos (55,16%); Celulose, Papel e Produtos de Papel (45,16%); e de Artigos do Vestuário e Acessórios (39,04%). Em junho o faturamento real cresceu 0,51% em relação ao mês de maio. Livre de influências sazonais houve aumento de 1,28% no indicador. Comparada com junho de 2009, a variável registrou elevação pelo oitavo mês consecutivo (12,75%), após o período de um ano de quedas sucessivas.

Já as horas trabalhadas na produção apresentaram incremento de 10,89%.no acumulado de 2010, frente ao primeiro semestre do ano passado. Os setores de Produtos de Metal (38,00%); Couro e Calçados (29,17%); e de Veículos Automotores, Reboques e Carrocerias (24,69%) registraram as maiores elevações na variável, em função do crescimento no emprego. Em junho em relação a maio, as horas trabalhadas na produção reduziram 1,90%.

Por sua vez, o nível de emprego aumentou 10,81%  no acumulado dos seis primeiros meses do ano, diante de igual período de 2009. O grande destaque foi o setor de Produtos de Metal, que registrou elevação de 81,98%. Em junho com relação ao mês anterior, o emprego decresceu 0,30%.

Entre janeiro e junho de 2010, a massa salarial mostrou acréscimo de 8,89% em relação ao mesmo período do ano anterior,. Na comparação com junho de 2009, a variável cresceu 6,84%. Considerando o acumulado dos últimos 12 meses, as remunerações pagas aumentaram 5,75%. Com relação ao mês de maio, a massa salarial real mostrou queda de 1,58% no mês.

A utilização da capacidade instalada média apresentou elevação de 4,31 p.p., passando de 80,15% no primeiro semestre do ano passado para 84,46% em 2010, o que confirma a recuperação da capacidade produtiva. Contudo, o nível de utilização da capacidade instalada registrou 85,30% no mês de junho, apresentando retração de 0,58 ponto percentual (p.p.) em relação a maio.

Gerente de Meio Ambiente da Fiemg esclarece os principais pontos da lei e já prepara guia e workshops para tratar o tema com os empresários

No post anterior  Wagner Soares Costa, gerente de meio ambiente da Fiemg falou sobre alguns pontos da nova Política de Resíduos Sólidos. Veja agora uma análise sobre a participação dos catadores, licenciamento ambiental e apoio da Fiemg.

Participação dos catadores

 “A política prevê que os municípios terão incentivos na utilização de cooperativas de catadores, ou seja, a inclusão dessa categoria trará mais recursos para o município implantar seu plano de gestão de resíduos, obrigação prevista no PNRS. O município também pode fazer acordos com a iniciativa privada para a execução desse plano”.

Licenciamento ambiental

“A nossa interpretação é que, enquanto não saia a regulamentação, a implantação do plano de gerenciamento de resíduos sólidos seja uma condicionante do licenciamento ambiental. Os empresários também podem se antecipar e considerar, junto aos estudos do pedido de licenciamento ambiental, o plano de gerenciamento de resíduos sólidos”. Wagner diz que espera que os órgãos que julgam os pedidos de licenciamento não considerem, pelo menos antes da regulamentação, o plano como condição para liberação da licença.

Apoio da Fiemg

Wagner Soares adianta que a gerência de meio ambiente está elaborando um guia de interpretação da política nacional que deve estar disponível em breve. “Esse guia indicará ao empresário o que está regulamentado e o que ainda necessita de regulamentação”. O gerente alerta para o que já estiver regulamentado na política deverá ser implantado imediatamente. “O que ainda necessitar de regulamentação, nós vamos dar um indicativo do que pode ser definido pelo decreto, ou seja, antecipar o que acharmos que será indicado, dessa forma preparando o empresário para a regularização, quando o momento vier”.

O gerente anunciou que, em outra frente, irá capacitar os representantes da Fiemg nos colegiados das regionais do Copam, para orientar o posicionamento da entidade nos julgamentos de licenciamento e nas autuações ambientais.

A Fiemg está se preparando para atuar na mobilização e capacitação do empresariado para a adequação à política. “Em parceria com o Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR), vamos fazer uma série de workshops para discutir a lei com os diversos setores. O primeiro deles acontecerá no final de agosto ou início de setembro, na capital mineira. Poderemos replicar a iniciativa nas Fiemg Regionais. A intenção desses encontros é mobilizar os empresários, colocando a disposição todo o conhecimento necessário para que ele possa se estruturar e atender à política.

Para saber mais sobre a PNRS o interessado deve entrar em contato pelo e-mail gma@fiemg.com.br ou pelos telefones (31) 3263-4505 ou (31) 3263-4511 e falar com Cláudia ou Sílvia.

A Companhia de Docas do Estado de São Paulo (Codesp), empresa responsável pelo Porto de Santos, quer ampliar a movimentação em 230 milhões de toneladas, quase o triplo do previsto para 2010, no prazo de 14 anos. O plano de investimentos, que prevê aportes de US$ 6 bilhões, foi apresentado pelo diretor de planejamento e controle da empresa responsável pelo porto, Renato Ferreira Barco, a empresários mineiros nesta segunda-feira (2), no auditório da Fiemg, em mais uma edição do Projeto Forte. 

“O Porto de Santos, o maior complexo portuário da América Latina, é de extrema importância para o comércio internacional do Brasil”, ressaltou o diretor da Codesp. Segundo o executivo, de tudo que o Brasil exportou e importou em 2009, 26% das mercadorias passaram pelo porto de Santos.

Pelo Porto de Santos são exportadas as maiores cargas de açúcar e suco de laranja do mundo. Embarques de café, soja, álcool, automóveis e produtos industrializados em geral são destaques. Responsável por mais de 25% da balança comercial brasileira, é o grande escoador da produção agroindustrial de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás.

Com vistas a expansão das exportações brasileiras, o Porto de Santos vem recebendo investimentos públicos e privados que produzem mudanças substanciais em sua infraestrutura. Estão previstas a construção das avenidas perimetrais das margens direita e esquerda do Porto, o aprofundamento do canal de navegação – que implicará no reforço de estruturas do cais – redimensionamento dos berços de atracação, e na instalação de um sistema de gerenciamento de informações do tráfego de embarcações (VTMIS), que permitirá monitorar a aproximação, entrada e saída de navios.

O Sesi-MG, por meio da gerência de Ação Social, realiza nesta quinta-feira (29), na empresa On-Off (Betim), a palestra “Administre seu dinheiro de forma consciente”. O evento vai contar com a presença de aproximadamente 100 funcionários e tem o objetivo de abordar conceitos e situações-chaves que possam ajudar os trabalhadores a alcançarem o equilíbrio financeiro.

“É importante que as pessoas compreendam que a causa do endividamento não é quanto você ganha, mas a forma como você lida com o seu dinheiro”, afirma Bruno Barcelos Morais, palestrante e consultor interno da gerência de Ação Social. “Notamos que alguns de nossos funcionários não têm controle sobre suas finanças”, ressalta Adriana Laura Oliveira, analista de recursos humanos da On-Off. “A realização da palestra tem o objetivo de ajudá-los a planejar melhor suas vidas financeiras, através da troca de ideias e de conhecimento, não apenas com o palestrante, mas, também, com os demais participantes”, afirma.

A palestra “Administre seu dinheiro de forma consciente” faz parte do curso, de mesmo nome, desenvolvido em 2010 pelo Sesi Nacional em parceria com os departamentos regionais dos estados de Minas Gerais, São Paulo, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Informe-se sobre o curso pelo telefone (31) 3263-4305 ou pelo e-mail acaosocial@fiemg.com.br.

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